O Parlamento Europeu adotou uma resolução sobre a política de segurança e defesa da UE que reflete as condições de segurança em mudança após a invasão russa da Ucrânia. Este documento é atual porque a UE enfrenta novos desafios de segurança e a necessidade de reforçar a defesa coletiva. Diz respeito a todos os cidadãos da UE, bem como à indústria da defesa e aos parceiros internacionais.
A resolução baseia-se no Tratado sobre o Funcionamento da União Europeia e na Declaração de Versalhes de 2022. Os principais objetivos são reforçar a Política Comum de Segurança e Defesa (PCSD) da UE, promover a mobilidade militar, melhorar a competitividade da indústria da defesa e garantir um fornecimento seguro de matérias-primas. O documento também se concentra na cooperação com a NATO e no cumprimento do direito internacional.
Muitas medidas já começaram, como a missão EUMAM Ucrânia e a EUMA na Arménia. A implementação da Bússola Estratégica continuará até 2025, mas alguns novos instrumentos, como o Edirpa, só serão totalmente avaliados após vários anos. A implementação é coordenada pelo Alto Representante em conjunto com a Comissão Europeia e os Estados-Membros, enquanto o progresso é monitorizado pelo Parlamento Europeu e pelo Conselho.
Os cidadãos beneficiarão de uma segurança melhorada, de um ambiente mais estável e de oportunidades económicas no setor da defesa. As empresas de defesa beneficiarão de aquisições conjuntas e financiamento de investigação. No entanto, serão necessários investimentos adicionais dos orçamentos nacionais e deve ser monitorizado para garantir que as medidas não se sobreponham às iniciativas da NATO. As parcerias com países terceiros, como a Ucrânia e a Moldávia, promoverão a estabilidade regional.
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