O Parlamento Europeu adotou uma resolução que expressa sérias preocupações sobre o estado da democracia e dos direitos humanos na Turquia. Este texto foi adotado em 2025, em resposta à contínua erosão dos princípios democráticos na Turquia, particularmente no que diz respeito à remoção de presidentes de câmara democraticamente eleitos e sua substituição por administradores nomeados pelo governo. A resolução é dirigida ao governo turco, instituições da UE e organizações internacionais.
A resolução baseia-se nos artigos 150 e 136 do Regimento do Parlamento Europeu. O principal objetivo é responder à deterioração dos princípios democráticos e do Estado de direito na Turquia, que paralisou o processo de adesão à UE desde 2018. O documento baseia-se nos critérios de Copenhaga, que exigem que os países candidatos se alinhem com o acervo da UE e respeitem os valores democráticos.
A resolução entra em vigor imediatamente após a adoção em 2025. O documento será transmitido ao Conselho, Comissão, AR/VP, Conselho da Europa e autoridades turcas. A monitorização contínua da situação será realizada por representantes diplomáticos da UE, incluindo a possível implementação de sanções contra funcionários turcos responsáveis pelo sistema de administradores.
A resolução afeta diretamente os cidadãos turcos, particularmente nas regiões curdas que perderam o direito de votar nos seus representantes. Os cidadãos da UE podem esperar uma melhor monitorização dos direitos humanos na Turquia. Os partidos de oposição turcos e defensores dos direitos humanos podem obter apoio internacional. O principal ponto de atenção é o desenvolvimento futuro das relações Turquia-UE, que depende da adesão aos padrões democráticos.